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Uma Visão de Fora do Organismo Humano

Atualizado: 23 de jan.

Atualmente e muito recentemente o assunto sobre envelhecimento tem sido amplamente debatido e se tornou motivo de pesquisas por instituições científicas de ponta. Diversas hipóteses vêm sendo formuladas incessantemente sendo algumas com grande sucesso. É o caso das sirtuínas na regulação epigenética. As regulações epigenéticos representam mudanças no funcionamento de um gene através da exposição ao ambiente e consequentemente, alterações em um organismo. Isso inclui mudanças nos genes provocadas por alimentos , na forma como nutrem o organismo e também pelo ar que respiramos. Estas alterações epigenéticas são adições à nossa genética estrutural e ocorrem em direção à doença ou à saúde plena, em função do estilo de vida que adotarmos.

Por sua vez sirtuínas são um conjunto de enzimas que atuam na manutenção da longevidade celular e que podem ser estimuladas através da administração de alguns suplementos alimentares. Resveratrol, MNM, NAD, metformina são alguns deles. Porém, na minha opinião a utilização destas substâncias não atingem a causa do problema embora possam ser de extrema eficácia em determinadas circunstâncias da vida. O NMN, por exemplo, quando administrado entra na célula e estimula a produção de NAD+ que por sua vez transforma-se em NADH que vai formar ATP que é a energia que o corpo precisa para viver. O NAD+ encontrado naturalmente no organismo é por excelência um receptor ou capturador de prótons, sendo este fato o assunto chave deste livro.

Se você administrar NMN, NAD, Resveratrol, Metformina ou outras substâncias ao organismo, estas vão estimular a produção de NAD e consequentemente a produção de energia. O pior de tudo é que para haver uma produção de energia a este nível, energia preexistente é necessária. E em um organismo debilitado não existe energia disponível para uso. Compreendem?

Para que energia seja produzida é mister que haja energia disponível.

São os prótons e sua acumulação intracelular a real causa do envelhecimento. A real causa do envelhecimento celular e a estratégia para sua abordagem é o motivo principal da confecção deste ebook.

O nosso argumento principal tem por objetivo tornar estável a produção de energia pelas mitocôndrias em detrimento de aumentar esta produção o que levaria um incremento na formação de radicais livres levando à destruição celular.

Temos dois fatores principais relacionados à destruição celular e ao déficit de produção de energia pelo organismo. O primeiro é a produção de radicais livres e o segundo é a acumulação de prótons dentro das células sendo que ambos têm seu ponto de partida nas mitocôndrias.

Todas as hipóteses lançadas parecem que atingiram eficazmente as consequências, não alcançando a causa do problema do envelhecimento celular e das patologias que o acompanham o envelhecimento mesmo em indivíduos de pouca idade cronológica.

São hipóteses sobre a destruição das estruturas celulares, do DNA e de mitocôndrias causadas por radicais livres provenientes da exposição a toxinas contidas naturalmente em alimentos e as adicionadas artificialmente como é o caso dos agrotóxicos além dos poluentes existentes no ar atmosférico o qual utilizamos para a respiração.

Nos dias atuais praticamente a única fonte segura de nutrição para a humanidade são os raios solares que fornecem energia para a vida e que pode ser considerada também alimentar em conjunto com a possibilidade da utilização de alimentos orgânicos e não transgênicos.



OS VÍRUS E AS VACINAS


Praticamente não existe nenhuma forma viva, vegetal, mineral ou animal desprovida de vírus neste planeta devido a maneira predatória com que conduzimos a sua administração com o desmatamento de florestas com a criação de pastos para o desenvolvimento da pecuária com o objetivo de matança de animais para consumo humano. Daí surgem três problemas imediatos. O primeiro é a proliferação de viroses consequentes ao desmatamento, posteriormente o aumento de CO2 atmosférico devido a criação propriamente dita destes animais para o abate e finalmente maior proliferação de vírus consequente ao extermínio em massa de animais.

Embora a quantidade de vírus em alimentos animais seja muito superior à quantidade de vírus encontradas em alimentos vegetais, nem mesmo estes últimos estão livres de vírus e quando consumimos qualquer alimentos estamos consumindo o DNA de diversos vírus cujos componentes dificilmente abandonarão o nosso organismo.Existem suposições científicas de que todas as doenças possam ser provocadas por vírus já que de uma forma ou de outra os vírus se mantém hospedados no organismo humano através de suas proteínas e ou do seu DNA ou RNA que a qualquer momento podem se acoplar ao DNA humano e provocar mutações e alterações nas células do organismo.

Basta apenas uma proteína de um vírus para alterar toda a fisiologia orgânica e provocar uma doença grave como a doença da vaca louca que é conduzida por uma única proteína chamada de príon e que podem ter origem viral. Apenas uma proteína de vírus parece ter inteligência e memória para destruir um organismo inteiro.

Os vírus por exemplo como o H5N1 que causou a gripe aviária e que já foi responsável pela morte de 50.000.000 de pessoas no início do século XX além dos coronavirus que provocaram a SARS e a MERS além do atual Covid19 ,como quase a totalidade dos outros vírus somente causam doenças se entrarem em células humanas e se reproduzirem pois estes vírus só penetram em células humanas se houver uma queda do pH na corrente sanguínea causando acidez que é nada menos que um acúmulo de prótons em todo o organismo e consequentemente no interior das mitocôndrias impossibilitando o fornecimento de energia para que a membrana celular possa bloquear a invasão de microrganismos. Outros vírus como os vírus da AIDS também seguem a mesma regra. Entretanto no momento é conhecida embora devam existir outras, apenas uma variedade de vírus que foge a esta regra sendo ainda inócuo para seres humanos porque estão ainda restritos à vida selvagem e que penetram nas células e se reproduzem independentemente da acidez celular, isto é de um pH baixo e é conhecido como vírus Sendai.

O vírus Sendai penetra na célula hospedeira de algum animal incluindo o humano de uma forma facilitada não dependendo da acidez do ambiente a qual é determinada pela concentração de H+(íon hidrogênio) também conhecido como próton.Neste caso a adoção de uma alimentação alcalinizante não teria nemhum efeito preventivo.O vírus Sendai é utilizado como espinha dorsal para a produção de vacinas por sua facilidade de invadir as células do hospedeiro.

Entretanto para todos os outros vírus a conbinação dos efeitos do pH plasmático levemente alcalino aliado à salinidade e a temperatura do meio ambiente diminui consideravelmente a duração da infectividade.

Caso o nível de energia possa ser mantido os vírus perdem a capacidade de entrar nas células e de se multiplicarem restando apenas a possibilidade de desintegrarem-se fornecendo os componentes da sua constituição como proteínas e ácidos nucleicos para a utilização do organismo do hospedeiro. Teoricamente os vírus são indestrutíveis e não se deve facilitar com a suposição de que uma possível cura esteja representada por uma carga viral nula, o que significa uma ausência de vírus na corrente sanguínea como no caso da AIDS e de outras doenças virais.

Se você tiver alguma curiosidade pode pesquisar a respeito de vacinas produzidas à base de vírus e sua eficácia no combate às epidemias e observar se for o caso que em todas as epidemias em que foram utilizadas vacinas produzidas por vírus, estas mesmas epidemias já se encontravam em estado de resolução mesmo antes da utilização de vacinas.

Vacinas são administradas para que seu organismo desenvolva uma proteção através da produção de anticorpos, entretanto estes anticorpos só podem ser produzidos por um organismo saudável e um organismo saudável possui sua própria defesa não necessitando assim de vacinações.Um organismo não saudável por sua vez se receber a administração de vacinas vai desenvolver doenças de simples a graves que podem perdurar por toda a vida.

O que nos impede de ficar doentes é a quantidade de energia que conseguimos quebrar e manter no organismo e que é conseguida através da alimentação e da respiração e de exercícios físicos específicos.Para que esta energia seja mantida no organismo é necessário um trabalho das mitocôndrias que são estruturas contidas dentro das células sendo que diferentemente de todas as outras estruturas do organismo, estas possuem um DNA semelhante ao DNA das bactérias e não ao DNA humano fato que torna possível o seu papel na proteção e recuperação da célula humana.

O PROBLEMA DAS VACINAS

Se o seu organismo é resistente o suficiente no combate a uma infecção por vírus você provavélmente não precisará de vacinação.Entretanto se você não tiver resistência contra infecção ou sua defesa imunológica for deficiente, a introdução de uma vacina pode provocar desde um quadro infeccioso agudo,morte ou uma doença crônica de instalação lenta a ponto de não poder ser atribuída ao ato de vacinação conhecida com o nome de virose lenta entre elas a esclerose multipla. Este fato só depende em que nível se encontra a defesa imunológica de suas células.

A HISTORIA DA PRODUÇÃO DE ENERGIA NO ORGANISMO


Acredita-se que em algum momento (há 1,5 bilhão de anos atrás) por necessidade de sobrevivência, bactérias menores penetraram no interior de outras maiores e passaram a produzir energia para estas até os dias atuais, e estas bactérias menores são hoje as mitocôndrias das células animais.

As mitocôndrias são organelas muito pequenas que podem ser encontradas aos milhares nas células. O número de mitocôndrias de cada célula depende do papel que cada célula tem que exercer no organismo. Se o propósito da célula é o de transmitir um impulso nervoso então esta célula terá menos mitocôndrias do que uma célula muscular que necessita de muito mais energia para exercer sua função. Se uma célula não consegue bastante energia para sobreviver, mais mitocôndrias poderão ser criadas. Eventualmente as mitocôndrias podem crescer, se mover, dividirem-se e combinarem-se com outras mitocôndrias. entretanto este fato da atividade da mitocôndria que parece benéfico inclui um grande paradoxo, o de que quanto maior o número de mitocôndrias dentro das células, menor é a expectativa de vida da espécie animal em questão talvez devido ao fato da mitocôndria ser também a maior geradora de radicais livres no organismo.

Este paradoxo das mitocôndrias serem as geradoras de energia para o organismo e serem ao mesmo tempo as maiores geradoras de radicais livres será o principal assunto abordado neste livro para que seja possível se compreender como organismo comete erros de metabolismo que podem persistir durante toda a existência cronólogica dos seres vivos e se estender para as gerações futuras.

As mitocôndrias transformam em energia os recursos provenientes dos alimentos e da respiração e uma falha neste mecanismo ocasíona uma produção deficiente de energia. As mitocôndrias captam o oxigênio que percorre um caminho desde o meio ambiente passando pela corrente sanguínea, passando pelos pulmões e indo para o interior das células onde é utilizado para a produção de energia. E a mitocôndria que dá a partida a atividade celular fornecendo-lhe energia.

A mitocôndria é a única parte do corpo considerada pela maioria dos cientistas como não sendo da espécie humana pois o DNA encontrado em seu interior é semelhante ao DNA de uma bactéria e não ao DNA do ser humano. Estudos do sequenciamento genético do DNA

mitocôndrial comprovam a teoria da origem bacteriana das mitocôndrias.

Já foi demonstrado que algumas proteínas mitocôndriais são responsáveis por transferir informações para o restante da célula e assim organizar a sua função.

As células humanas contém milhares de mitocôndrias e milhares de cópias de genoma mitocôndrial.

O genoma mitocôndrial é exclusivamente originado da herança materna. As células espermáticas não contribuem com o seu genoma mitocôndrial para a formação da célula que dará origem ao embrião. Então, durante a fecundação do óvulo pelo espermatozóide, o espermatozóide ao penetrar no óvulo não inclui as suas próprias mitocôndrias neste processo e o novo embrião formado terá apenas mitocôndrias de origem materna. A mitocôndria divide-se independentemente do restante da célula reforçando a tese de sua origem ancestral como bactéria, atualmente já comprovada pelo sequenciamento genético do DNA mitocôndrial. Quem fornece a matéria prima para que a mitocôndria gere esta energia é o meio ambiente, ou melhor dizendo, os nutrientes dos alimentos, o oxigênio do ar atmosférico e ainda alguma participação da energia fornecida pela radiação solar.

Para que possamos entender bem a função das mitocôndrias no equilíbrio da energia no organismo torna-se interessante que entendamos as particularidades como o trabalho do organismo na tentativa de se manter um pH neutro na corrente sanguínea.


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