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ORIENTAÇÕES GRATUITAS

uma nova visão sobre orientação em saúde baseada em conhecimentos comprovados científicamente ou pela prática através dos séculos.

RELACIONAMENTO/CARREIRA/FAMILIA/EQUILIBRIO​/EQUILIBRIO

/SAÚDE & CORPO.

Cirurgia ou Não

  Quem concluiu o curso de medicina há algum tempo ,pode verificar em comparação aos dias de hoje que muitas doenças que eram consideradas cirúrgicas não o são atualmente.Entretanto algumas patologias passíveis de tratamento clínico com o uso de medicamentos ainda são consideradas cirúrgicas em detrimento a grande quantidade de publicações científicas em favor do tratamento não cirúrgico. Este é o caso da apendicite aguda que em 80% dos casos podendo ser corrigida com a utilização de antibióticos apropriados ainda é considerada passível de cirurgia na quase totalidade dos casos por diversos serviços médicos sem uma explicação convincente da necessidade de se colocar o paciente sob o risco e o custo financeiro de uma intervenção operatória. Um outro caso é o da hernia ingnal na infância na qual existe uma condição congênita conhecida como persistência do conduto peritôneo-vaginal.A persistência deste conduto faz com que o intestino saia da cavidade abdominal através dele em direção à região pélvica que é uma região anatômica onde este não deveria estar localizado pois o receptáculo natural dos órgãos abdominais é a cavidade abdominal.

  Tehuro Kajimoto em um artigo científico entitulado: “A Prevalência da Hérnia Ingnal e sua Cura Espontânea” onde relata que das 76.425 crianças do sexo masculino e 79.195 do sexo feminino pesquisadas, a hérnia inguinal foi encontrada em 6.523 (8,53%) meninos e 2.975 (3,75%) meninas. No total, a taxa de prevalência foi de 6,10%, com uma proporção homem / mulher de 7: 3. Dos 6.523 meninos que tiveram ou tiveram hérnia inguinal, 3.425 foram submetidos a cirurgia. Dos 3.098 pacientes do sexo masculino não operados restantes, 1.160 foram curados com um suporte de hérnia e 1.140 apresentaram cura espontânea. A taxa de cura sem cirurgia em todos os pacientes do sexo masculino foi de 35,26%. Nas meninas, 1.198 dos 2.975 indivíduos com hérnia inguinal no momento da pesquisa ou no passado foram submetidos a cirurgia. Dos 1.777 pacientes restantes não operados, 369 se recuperaram com uma suporte de hérnia e 677 apresentaram cura espontânea. Assim, 35,16% de todos os pacientes do sexo feminino foram curados da condição sem cirurgia. Importante é salientar que o autor deste trabalho não utilizou nenhuma prática além de dispositivos meramente mecânicos como no caso da utilização de um suporte para hérnia em alguns casos. Adotando-se um critério alimentar o que não foi feito no caso deste estudo seria possível se conseguir uma cura sem cirurgia entre 80 a 90% contra os 35% relatadas na citada publicação. Esta afirmação acima de que é possível ampliar a taxa não operatória no caso da hérnia ingnal pode ser explicada da seguinte maneira: Com uma dieta adequada é possível tornar as alças intestinais menos pesadas fazendo com que se recolham para dentro da cavidade abdominal.A correção do problema congênito(persistência do conduto peritôneo-vaginal)ficaria por conta dos processos enzimáticos do organismo que trataria de absorvê-lo o que não seria possível se as alças intestinais estivessem dilatadas, edemaciadas e consequentemente pesadas fazendo-as passar pelo defeito herniário produzindo assim a hérnia propriamente dita. Veja o caso dos transplantes que envolvem cirurgias de alto risco para os pacientes além de elevado custo financeiro. São os todos transplantes de órgãos realmente necessários​? Estudos no Centro de Pesquisa Atômica de Oak Ridge revelaram que cerca de 98% de todos os átomos de um corpo humano são substituídos a cada ano. Você ganha uma nova roupa de pele todo mês e um novo fígado a cada seis semanas. O revestimento do estômago dura apenas cinco dias antes de ser substituído. Até seus ossos não são as coisas sólidas, estáveis ​​e concretas que você poderia ter pensado: são submetidas a constantes mudanças. Os ossos que você tem hoje são diferentes dos ossos que você tinha um ano atrás. Especialistas nesta área de pesquisa concluíram que há uma rotação completa de 100% dos átomos no corpo pelo menos a cada cinco anos. Em outras palavras, nem um único átomo presente em seu corpo hoje esteve lá cinco anos atrás. O motivo pelo qual todos os átomos do corpo são substituídos a cada 5 a 7 anos se deve à nossa alimentação,respiração e mobilização através de exercícios físicos. Pense então você como pode ser possível ter um novo órgão no lugar de se submeter a um transplante caro e arriscado apenas adotando um critério alimentar específico que principalmente envolva a utilização de alimentos orgânicos em que não existiriam as substâncias químicas provenientes dos agrotóxicos que pudessem interferir no processo inteligente de autorrecuperação do organismo.

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